NAUFRÁGIO DO BRETAGNE

O navio, que seguia para Marsellha, partiu a corrente do leme ao bater nos destroços do Germânia, na altura do Forte de São Marcelo quando fazia manobra, ficando a deriva, foi atirado pela correnteza nas pedras em frente ao local denominado "Paulo e Virgínia", onde afundou o Germânia. A pesar de terem sido enviados dois rebocadores até o navio eles não lograram exito na tarefa retornando ao porto. O comandante do barco, ao ver a extensão do acidente, se suicida com um tiro. O vapor ficou preso nas pedras por vários dias, havendo inclusive, tentativas de pilhagem. Os destroços deste grande vapor estão bem comprometidos. Podem ser vistos dois conjuntos de destroços a partir das caldeiras, esses dois destroços estão posicionados um perpendicularmente ao outro, podendo ser parte do cargueiro Germânia, Cap Frio ou mesmo Maraldi, afundados entre 100 e 300 metros destes destroços. Existem oito caldeiras espalhadas por uma área de não mais do que 20 metros, três delas, estão alinhadas e duas totalmente destruidas. Seguindo-se a linha de cavername atinge-se a proa onde podem ser vistas duas estivas, o reforço de proa e duas grandes âncoras do tipo almirantado, além de dois cabeços de amarração. Em direção a popa, podemos ver grandes cavernames e parte do encanamento de vapor que seguia, entre o cavername, para a popa. Alguns cabeços e adriças também são visíveis nesta região.

Nome do navio: Bretagne -- Data do afundamento: 12.09.1903 -- Local:Salvador UF:BA. País:Brasil -- Posição: Baía de Todos os Santos -- Profund.mínima: 04 metros -- Profund.maxima: 12 metros.

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